segunda-feira, maio 12

11/5 - Diário do Dia das Mães na África do Sul

Ai, pessoas, tá doendo meu sentador! É estrada e estrada. Hoje (09/05) vocês passaram o dia pensando no fim-de-semana e nós aqui no batente trabalhando por um país melhor... De férias por uma país melhor! Quatrocentos kilômetros entre East London e Kokstad. Entramos definitivamente na África (só agora?). Pois é, atravessamos a nação Xhosa (você pronuncia assim: faça um click – não, não com o mouse, com a língua, assim, estalando-a – ao mesmo tempo que fala a palavra “cosa”). Pegou? É, é assim mesmo.

São milhares de vilarejos de casas espalhadas, arredondadas, pelos montes e coxilhas da região. Cruzamos a região na N2. Vocês nem sabem: dá vontade de parar para bater papo e entrar nas casas das pessoas. Mas, sabe como é, a gente é meio ET, com calças camufladas, tênis Assics e câmeras digitais.


Vilarejo Xhosa ao longo da estrada N2

Ah, tem também as cidades. Cheias, cheias de pessoas... na rua! É quase uma Índia. Tem mais gente que carro no meio da rua (adivinha de quem é a preferência de fato?). Uma loucura.


Cidades malucas cheias de gente (pela rua)!

E os nomes dos locais, então! Se na nação afrikaans as placas eram enormes por causa dos duplos “aa”, “ee”, centenas de vogais e consoantes enfileiradas nos nomes intermináveis, agora, são curtos, começando com um “n” ou “m” e depois uma consoante: Ngqutu, Mthatha, Mbongweni, Ntabankulu, e por aí vai.


!

Ah, este povo caminha. Caminha muito. São quilômetros e quilômetros para ir à escola ou sei lá onde mais. Caminha para caramba. Parece que viver é caminhar. E vice-versa.


Ou indo para escola...


Ou buscando suprimentos... Ou sei lá o quê.

Se viver é caminhar, viver também é tomar um bom banho em cada água que aparece. No caso, o Índico se mostrou tão convidativo em Durban depois de mais vários quilômetros de estrada que não deu para resistir. Tomei (Aurélio, é claro) aquele banhão numa água super gostosa, bem acompanhado do povo local, que se divertia às pampas com a água. Eh, ser criança, coisa boa!


Banhão em North Beach em Durban (Oceano Índico)


Todo mundo se diverte!

Ainda deu para conhecer um moçambicano (o Jorge) que passa uns tempos pela África do Sul. Veja só, o cara, além de escultor de beira de praia, fala português, inglês e mais cinco dialetos falados aqui neste país. É mole? Isto sem estudo formal. Batemos um papo esperto com o cara, e ele ficou feliz da vida de papear com os patrícios de língua.


Olha aí o "seu" Jorge e suas esculturas na areia

O dia acabou em Pietermaritzburg. É, o nome é este mesmo. Durban prometia mundos e fundos, mas não nos impressionou. Seguimos para o norte para ver as montanhas Drakensberg, e nossa primeira parada foi aqui. Nos perdemos pela cidade procurando o hotel, pois a rua não aparecia no mapa, mas algumas almas bondosas de um restaurante italiano nos ajudaram. Em agradecimento, jantamos no Pesto e demos de presente uma camisa da seleção brasileira. Adoraram!

Bom, este é o blog especial de dia das mães. A todas as mães, o maior beijo do mundo desde o continente mãe, e às nossas, D. Consuela e D. Ligia, um beijo ainda maior que o maior do mundo. Estamos com muitas saudades. Olha o que reservamos para vocês. Uma foto com os presentes de vocês. Esperem que não demora está chegando!


Presentinho para as mamães

(Ah, sobre o que aconteceu no dia 11/05? É o que segue...)
Rapaz, a festa tá tamanha que chegou a dar um quiprocó na Suzana. Chamou o Hugo, o Joel, o Miguel e todo o resto da turma. Precisamos ficar o dia todo próximo a uma "base". Nos hospedamos dentro da Giants Castle Nature Reserve para convalescer e, ainda assim, curtir um pouco a beleza do lugar. A cadeia (de montanhas!) Drakensberg é linda e o dia estava muito legal. A Su teve que descansar da máquina fotográfica, então Aurélio assumiu por alguns momentos. Abaixo está o relato. Mas agora já está tudo ficando melhor. Mais boletins médicos a qualquer momento ou no próximo "Diário da África do Sul".
Vale do rio Mooi e Giant's Castle ao fundo.
Olha essa!
Que beleza!
Até o próximo!

sexta-feira, maio 9

08/05 - (e aqui vai mais um) Diário da África do Sul

Oi, pessoal! É muito legal encontrar vocês aqui de novo. Temos lido todos os comentários de vocês e, apesar de não respondê-los às vezes, ficamos muito muito motivados para contar mais novidades.

Pois nós fomos ao Addo Elephant National Park e... Foi o máximo! Saímos às 9:00h de Port Elizabeth para o parque e só voltamos às 9:00h da noite. Passamos o dia todo no parque dentro do carro, pois são poucos os locais onde se pode sair. Até para ir ao banheiro é numa área cercada. São várias estradas, circuitos e voltas para entrar em contato com os animais no seu habitat mais natural.

Mas vamos ao que interessa. Os bichos! No catálogo do parque existem mais de 30 animais, dos quais vimos quase 20. Aí vão alguns:
Primeiro, um típico representante do continente: a zebrinha.


Que amor elas são!

Depois, o mais abundante do parque: o warthog, o javali africano (eta bicho feio), carinhosamente conhecido como...


...Pumba

Depois, o travesso macaco vervet (com a ajuda identificadora dos amigos).


Ele é muito engraçado

Passear pelo parque é muito divertido. Não é à toa que chamam isto de “game reserve”. É como se a gente estivesse mesmo “caçando” eles, no bom sentido, pois rodamos pelas estradas a, no máximo, 40 km/h, procurando atrás de arbustos e em clareiras. De repente, você tem à sua frente algum bicho que você não sabe qual será. Como ao descobrir os diferentes tipos de veado, como o red hartbeast:


Olha as antenas!

E também o kudu:


O macho...


... E a fêmea.

Fora os ínúmeros pássaros, a tortoise (cágado) e, vejam, o cascudinho protegido chamado flightless dung beetle. Ele está em extinção e você não pode atropelá-lo (apesar dele aparecer às pampas na estrada) ou passar por cima das fezes dos elefantes ou rinocerontes, pois eles põem os ovos nelas. Imagina o exercício de direção defensiva que é preciso!


Vai passando um “x” nos bichos que você já viu

E para terminar (terminar nada, era apenas meio-dia), aparecem as estrelas do parque. Dois dos cinco grandes animais da África: o búfalo,


Olha as guampas que parecem cabelo chanel

E... Tchan, tchan, tchan, tchan... O Elefante, é claro!


Eles são uma gracinha!


Se refrescando, Dumbo e Pumba

Pois, é, roda para cá, roda para lá e, de repente, você dá de cara com um desses pequeninos na estrada vindo na sua direção:


Veio na nossa direção, passou despreocupadamente e foi em direção...


... A um pessoal numa BMW que resolveu dar a ré a todo vapor e desaparecer!

Não é louco? Pois é, foi um dia sensacional. Chegamos ao hotel cansados, mas loucos para compartilhar este dia legal com vocês. Nós nos deliciamos com o parque. Esperamos ter outros para ver os outros dos cinco grandes que faltam: o rinoceronte, o leão e o leopardo.

Se a quarta foi cheia de fotos, com 332 instantâneos e 7 filmezinhos, a quinta, por outro lado, foi de poucas fotos. Passamos viajando desde Port Elizabeth até East London quase direto. Fotos, apenas do nascer do sol no Índico, às 6:30h da manhã, desde a janela do Hotel Formula 1:


Vai ter motivação assim prá lá do Cabo da Boa Esperança!

Depois, passando por King Willam’s Town, cidade onde vivou Steve Biko, líder negro morto em 1977, onde visitamos a cemitério onde está enterrado:


Na placa está escrito: “É melhor morrer por uma idéia que vai sobreviver, do que viver por uma idéia que vai morrer”

A morte de Biko nas mãos da polícia de segurança do governo branco da África do Sul foi um dos disparadores da queda do apartheid. É muito legal um filme sobre a sua vida chamado “Um grito de liberdade”, estrelado pelo Denzel Washington.

Aliás, falando em cores, desde Port Elizabeth a região passa a ser predominantemente dos povos negros. É legal ver um região onde eles não estão confinados aos settlements, ou às favelas. Aqui (em King William’s Town e East London, onde estamos agora) eles são maioria, são da classe média e alta, apesar de também haver os negros pobres. Em East London, chegamos e a praia estava tomada por estudantes aproveitando a praia com seus professores, cantando, dançando e brincando. Nos disseram que foi um dia quente, por isso a aula veio para a praia. Não é o máximo? Acho que temos um bocado o que aprender com este mundo.


Que beleza!

Bom, pequenos, hora de dormir, que hoje só amanhã. “Boa noite, John Boy.” “Boa noite, Mary Helen.”

terça-feira, maio 6

06/05 - Dia cheio no Diário da África do Sul

Ah, mas hoje temos histórias para contar! Peripécias, aventuras, adrenalina! Um passeio radical? Paisagens deslumbrantes? Nada disso! Olhem só:

Estávamos nós aqui em Knysna (náisna), tomando café da manhã com ovos mexidos e cia., quando resolvemos que era dia de trilha. Fomos ao centro de informações turísticas e nos recomendaram umas de 3,1 km, 3,5 km e 5,6 km. Resolvemos começar pela mais dura, que levava a uma antiga mina de ouro e, pelos nossos cálculos, em 2:30h estava pelada a coruja. Compramos sanduíche para ser saboreado na volta (pelas 13h) e tocamos o barco, ou melhor, a espaçonave.
Bem, chegando lá, ninguém por perto, lemos as placas e começamos a caminhar.


Uma bela manhã de segunda, sol, boa temperatura...


Uma bela trilha pela frente...

Ah, tava bão, a gente admirava a paisagem, aqui bem úmida, parecendo mata atlântica (índica, no caso), tirava foto... Até que... Nos perdemos. Caminhamos, caminhamos, e nada de acabar a trilha. Já iam três horas de caminhada e nada. Bem, nada de sustos. Basta olhar a bússola, o altímetro, o barômetro, o cronômetro, e tudo bem. Bem? Acabamos entrando nas plantações de uma madeireira, e a mata nativa virou eucalipto e pinho. Ah, vocês sabem como é plantação disto? Um labirinto! Ai, que meeedo!

A estrada não acabava, e nós não enxergávamos nada, e já era de tarde, e resolvemos... Vamos esperar um sinal dos deuses. Eles nos dirão o caminho. De repente, na frente de nós, passou um bando de bicho feio, os warthdog, porco-do-mato grande e assustador... Foi o sinal! Tiramos foto na corrida e demos meia volta por onde viemos. Já eram 3:15h de caminhada, logo, até voltar, se tudo desse certo, seriam um total de 6:30h de pernada. Bom, pelos menos vimos mais um exemplar importante da fauna. Acabamos chamando a trilha de “Trilha do Warthdog”, porque foi tudo o que vimos nela. “Ah, mas não importa o porto de chegada, o que vale mesmo é a estrada.” É? Que nada! Dane-se, que eu quero mais é voltar para casa!


A foto chegou a sair tremida!

Bem, voltando... Tínhamos que acertar o caminho do labirinto do Fauno (ou é do Fausto? Ou é do Gugu? Sei lá!) Bem, a gente fazia de tudo para lembrar o caminho. Um sinal pintado numa árvore (A39, A46, a identificação dos lotes), uma fita amarrada, uma pedra assim ou assado, uma encruzilhada para a direita que na volta era para esquerda (será mesmo? Estou confuso. Essa de dirigir do lado direito...), um monte de areia, uma montanha em tal posição, as nossas pegadas da ida, etc. Bom, tivemos até que apelar para o cajado improvisado...


Que baita cajado, nooosssa!

Até que... Tudo acabou bem! Ainda bem, senão não tinha blog hoje. Achamos o caminho certo e terminamos a trilha às 17:30h, o que deveria ter terminado às 13:30h. Não dá nada. Celebramos com alongamentos e uma Coca-Cola e rumamos para a base. E não é que os deuses recompensaram nosso esforço com isto?


!


Aaahhh!

Não é mágico? O negócio foi rodar Laura Pausini e curtir o clima romântico. Hum, hoje promete...

(terça, 06/06)
Ah, isto foi ontem... Hoje é outro dia... De sol! Olha aí. Esta é Knysna, uma bonita cidadezinha litorânea, às margens de uma lagoa e do oceano.


Vista de Knysna

Lembram do início da viagem, quando o ciático incomodava para chuchu? Pois e não é ele que ele parou de doer? Viu só, dores, asma, reumatismo, rouquidão, toma um passeio bem bacana, em boa companhia, com energia positiva dos amigos que tudo passa! Quer a prova. Olha o que fizemos hoje.
Prá começar, uma passada em Plettenberg Bay, ou somente Plett, para os íntimos. Uma baía sensacional, com casas à beira mar prá lá de invejantes.


Plettenberg Bay

Depois, o auge do dia: tirolesa no Tsitsikamma National Park. Fizemos uma aventura bacana, com vários trechos sobre o rio, cachoeiras e árvores. Foi o maior barato. Quer ver?


Ai, que medinho...


Ai, que barato!


Barato nada, 300 rands por pessoa.

Prá terminar, fomos ao templo sagrado do surf: Jeffreys Bay. Dizem que aqui é o lugar das ondas perfeitas (entre junho e setembro). Mas a gente viu alguns shows na água. Paramos para fotografar a rapaziada pegando onda no lugar dos supertubos. Fora isto, a praia tem um astral bárbaro.


Propaganda do Banrisul em Jeffreys Bay


Daí, Eduardo, tu tens que vir surfar aqui!

Pena não poder ficar por aqui. Precisamos rumar adiante para Port Elizabeth, fazer base para as aventuras de amanhã: Addo Elephant National Park.
Até o próximo diário!

segunda-feira, maio 5

04/05 - Dia pobre no Diário da África do Sul

Pois é, o domingo prometia. Tinha o Juventude... Bom, deixa prá lá. Amanheceu um dia lindo, céu azul e muito sol. Seguimos viagem para Mossel Bay para fazer a famosa Garden Route. Em Mossel Bay demos uma paradinha na praia e visitamos o Complexo do Museu Bartolomeu Dias. Veja que eles gostam dos portugas. No museu há uma réplica da caravela utilizada nas navegações do Bartolomeu Dias e toda a história das navegações portuguesas passando pela costa da África em direção à Índia e também o descobrimento do Brasil. Bem interessante.
Mas saindo do museu, a surpresa: o dia começou a nublar. E ver mar e lagoas sem sol, perde 90% da graça. Fica tudo cinza.


Praia em Mossel Bay, ainda azul (prenúncio de dia vermelho)


Réplica da caravela de Bartolomeu Dias. Construída e trazida para Mossel Bay na comemoração dos 500 anos das navegações, 1988.


Painel sobre o descobrimento do Brasil


Belos vitrais no museu Bartolomeu Dias

Seguimos até Knysna, jantamos no Waterfront (mais um) e terminamos o dia com chuva. Esperamos melhoras para amanhã. Precisamos fazer umas trilhazinhas.

Enquanto isso, algumas impressões do que vimos e sentimos até agora:
- Existem assentamentos (favelas) nos arredores de todas as cidades, mesmo as pequenas.
- Transporte coletivo público muito fraco. Não se vê ônibus nas cidades, nem nas estradas. Muita gente pedindo carona, principalmente negros.
- Internet não é comum nos hotéis (no nível dos que temos ficado, é claro). Tem que se ir em internets café.
- Sem TV a cabo nos hotéis. Só três canais: SABC 1, 2 e 3. Bemmmm fraquinhos. Programas locais misturam duas línguas no mesmo diálogo: inglês e uma outra que não parece ser afrikaans. Alguns programas são em afrikaans.
- Esporte na TV: rugby e um jogo parecido com beisebol. Raramente futebol.
- Pouquíssima propaganda da Copa do Mundo de 2010.
- Zona predominantemente dos brancos a partir de Calitzdorp. Dá a impressão de um país com duas identidades: uma branca, européia, inglesa. A outra, negra, nativa, bem mais pobre.
- Estradas boas e muito respeito no trânsito. Velocidade máxima entre 100 e 120 Km/h.
- Pessoal que atende em restaurantes, hotéis, postos, etc. em geral muito atenciosos e simpáticos.
- A carne é excelente (inclusive de avestruz e springbok - um veado). O vinho, nem se fala. Os preços são beeem interessantes.
Se quiserem, perguntem sobre o querem saber mais.

Onze horas da noite aqui, ligamos para o Brasil e... Deixa pra lá de novo.

Beijos!

domingo, maio 4

04/05 - Diário de Bordo África do Sul

Snif, snif! Dia de deixar a cidade relaxada... Pois é, a Cidade do Cabo é mesmo uma cidade relax. Para quem está em férias, então... Neste último dia, subimos Signal Hill. Tem uma vista muito legal da cidade. Olha só o estádio que estão construindo para a copa do mundo. É o Green Point Stadium.


Signal Hill, linda vista da cidade


Green Point Stadium. Estará pronto até 2010?

Depois, resolvemos dar uma volta para as bandas do oeste.
Para este lado você tem uma visão geral do outro lado da baía de Table Bay em direção à cidade e desvenda seu desenho típico. Ah, tinha que tomar um banho! A água não estava muito gelada, estava muuuuuuuiiittttoooo gelada. Mas deu para passar um “x” no banho do Atlântico. Agora falta o do Índico. Dizem que é mais quentinho... Veremos.


Não podia faltar o banho no Atlântico do “outro” lado. Foi na praia Table View

Para encerrar o dia, voltamos a Signal Hill, pois o final do dia prometia lá. E cumpriu. Lindas vistas, muita gente curtindo e até namorando no alto para ver o entardecer e o anoitecer na cidade “relax”. Que noite sensacional. Acabou com compra de ótimos vinhos no Waterfront.


Belo pôr-do-sol em Signal Hill


Nós e mais muita gente. Com direito a engarrafamento na subida


Muito legal a cidade iluminada

Novo dia, sabadão, levantar acampamento e seguir na direção leste. Ah, foi dia de estrada, estrada, estrada. 500 km num dia, fechando 3000 km ao todo. Tudo bem, dia nublado, com uma pausa apenas para a visita ao Cabo Agulhas, o ponto mais ao sul do continente africano, onde há a divisão geográfica entre Atlântico e Índico. Fotografamos o farol de 1848 e o marco da divisão dos oceanos (a propósito, como eles fazem para dividir uma massa de água indistinta em dois oceanos? – ah, deixa para lá.).


Farol no Cabo Agulhas


Com um pézinho em cada oceano. Na terra, porque na água vai ser meio difícil


Olhando pra foto, à direita o Atlântico, à esquerda o Índico. Não notou a diferença?

Por aqui, sábado à noite, dia de esportes na TV. Futebol? Não! Rugby e cricket. Todo mundo de olho na telinha.

Era isso por hoje. Até a próxima parada num internet café. Bye!